Como avaliar ou fazer review de um jogo

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Bem, tenho visto que alguns tem “problemas” ao avaliar/fazer review de um jogo. Aqui vai dicas de como deve-se proceder ao avaliar um jogo ou fazer seu review.

Os pontos: cada critério quer você for avaliar deve ter entre 0 (zero) e 10 (dez) pontos, sendo 0 (zero) cosiderado inexistente ou muito ruim e 10 (dez) perfeito ou muito bom. Outro método é o dos 5 (cinco) pontos que é usado no método de avaliar a postagem. Caso um ítem seja anulado, deixa-se ele fora da conta.

Começando a avaliar e/ou escrever o review: Quando for avaliar e/ou escrever o review, deve-se considerar os seguintes ítens: História, Gráfico, audio, jogabilidade, re-jogabilidade, fidelidade e originalidade (caso especial. Explicarei abaixo).

História: Nada melhor para começar um review do que ver a história do jogo. Faça sua sinopse do jogo, contando uma breve história dos personagens, da trama e de como surgiu se for necessário. Aqui você também pode dizer o que acha da história sem receios, mas lembre-se de não misturar tudo. Avaliar essa parte é MUITO importante em jogos de RPG, FPS, aRPG, estratégia e ação.

Gráfico: Como é o jogo? Lembra o Atari, o Nintendo…. Ou lembra um Super Nintendo, Play Station? Bem, de qualquer forma, explique o quão você acha o gráfico agradável. Lembre-se: nem todo 3D é bom e nem todo 2D é ruim. Um jogo, às vezes, nem precisa de interface gráfica para ser bom, às vezes só precisa da tabela ASCII e um programador bom. Se seu jogo é texto puro, anule esse ítem, já que não terá importância.

Audio: Ainda lembro dos tempos que o som do Enduro no Atari me fazia sorrir que nem criança vendo o vendedor de algodão doce. O audio do jogo ajuda de várias formas: em jogos de tiro em primeira pessoa serve para saber de onde veio os tiros ou explosão, em jogos de carro ajuda a saber se alguém colidiu ou se aproxima… Bem, é uma pena que a tecnologia J2ME no celular limita o número de sons ao mesmo tempo. Nesse caso, prioriza-se o fato da música do jogo ser agradável, estar de acordo com a situação, etc. A ausência de som nem sempre reduz a qualidade do jogo. Exemplo? Veja jogos como Mu Blood Empire ou Brain Challenge, o som é inútil para eles. Só anule esse ítem se não houver som nenhum nem como ativar o som.

Jogabilidade: O controle é fácil? Dá pra modificar? Ou é dificil demais? E a dificuldade geral do jogo, o estilo, o desafio? Bem, aqui consideramos isso tudo. Dificuldade do jogo, dificuldade dos desafios em jogo, dificuldade dos controles, interface, estilo, tipo de jogo e add-ons (como downloads de novos mapas, envio de pontuação, etc.). Um jogo pode ser estilo FPS mas contém elementos de RPG, passando a ser considerado aRPG (action RPG) ou pode até ser FPS com estratégia simultâneamente (Rainbow Six, por exemplo).Quanto à dificuldade, lembre-sa: fácil para uns, difícil para outros. Veja se é fácil para outra pessoa antes de dizer “Poxa, é fácil demais” ou “Meu deus! Nem passo da primeira fase!”. Você pode ter dificuldade com isso ou aquilo, mas outra pessoa não, pense nisso. Não pode anular esse ítem em HIPÓTESE ALGUMA.

Re-jogabilidade: Há algo mais para se fazer depois que zera ou o jogo acaba? Nesse ítem, você avalia o que pode-se fazer depois de zerar, se tem adicionais, anúncio de continuação… Mas, lembre-se: nem todo o jogo precisa de re-jogabilidade para ser bom. Só avalie a re-jogabilidade se incluir desafios novos, como mais uma dificuldade OU mais um personagem com uma outra história OU missões bônus. Caso não tenha nada para fazer depois de zera, somente diga se você acha ou não que vale a pena jogar de novo ou não.

Fidelidade: Se o jogo faz parte de uma série de jogos, foi inspirado num livro, anime, seriado, desenho ou filme, nesse ítem você aponta o quão fiel o jogo é se comparado aos mesmos. Afinal, já sabemos que muita coisa costuma ser cortada durante a adaptação (exemplo: Harry Potter perde muitas coisas nos filmes). Se o jogo for único (não-inspirado, nem em série, como os da DeValley), anule esse ítem.

Originalidade: Algo com que empresas como G@mel0f7 e CWA (China Wireless Arts) só receberiam 0 (zero). Muitos jogos para serem bons não precisam imitar outros em 100%. Vejam Cyberpunk, Gun Fever, Nowhere e alguns outros. Se inspirar é uma coisa, copiar tudo é outra. Quanto mais original um jogo for, melhor podemos esperar de uma empresa. Só anulem esse ítem se o jogo já pertence à empresa há muito tempo (exemplo: Bomberman pertence à Hundson, Sonic à Sega/Sonic Team) ou se já se tornou muito “aberto” (Tetris, Breakout, Pacman, Pong, Asteroid e outros jogos que vemos sempre sendo modificados e adaptados por várias empresas ao redor do mundo)

Concluindo: Sabem porquê deixei esse ítem fora da lista? Ele é um resumo de tudo dos ítens acima e onde a média dos ítens acima é aplicada. Só isso. E aqui você diz também se recomenda ou não.

Bem, acho que ajudei bastante… Siga o meu conselho sempre que possível e lembre-se: Nunca deve-se julgar um livro pela capa.

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  1. Hiromitsu

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